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A evolução das pesquisas, o avanço dos maquinários agrícolas e o investimento do amor dos agricultores pela terra têm mudado o campo paranaense. Áreas de cultivo e produtividade cresceram muito da década de 80 para os dias atuais. Transformações tecnológicas separam o passado do presente. Um \'presente\' que não trouxe apenas melhores índices, mas também conforto ao agricultor. Antes a colheitadeira não tinha cabine, nem proteção alguma contra o sol. Hoje cabines com ar condicionado, bancos com suspensão de ar, volante que se ajustam ao tamanho do motorista e câmeras registram o que acontece dentro de fora da colheitadeira. \"A gente precisa usar mais a cabeça do que o físico. É menos trabalho braçal. Quando começou era manual. Aí veio a mecanização na década de 70. Modernidades que facilitam e potencializam o trabalho do produtor\", diz o produtor Marcos Tasca. 

Em 1980 a área plantada de soja no Paraná era de 2 milhões e 400 mil hectares. Hoje passa dos 5 milhões de hectaresm. Enquanto a produção saltou de pouco mais de 5 milhões de toneladas para 16 milhões e meio de toneladas. Em realação a cultura de milho mais avanços. Em 1980 a área cultivada com o grão era de 2 milhões 165 mil hectares. Atualmente é 2 milhões e 600 mil hectares. Já  a produção subiu de 5 milhões e 11 mil toneladas para 14 milhoes e 500 mil toneladas. 

E  o que falar da previsão do tempo? Não é de hoje que as mudanças climáticas podem trazer problemas ao agronegócio. Antes o produtor ficava de olho nos pássaros, na lua. Agora, as informações vêm de computadores, sensores e radares. Informações do tempo capturadas e transmitidas até para o celular, na mão do produtor. \"Podemos antecipar colheita ou até mesmo a hora do plantio de acordo com a previsão exata\", comenta o produtor Laurindo Tasca. 

Todos esses avanços fazem o agronegócio se movimentar e continuar mesmo durante a crise sendo um bom negócio. \"Trabalhar de uma maneira estrutura, planejada em um crescimento sustentável é um dos segredos\", explica o presidente de cooperativa Valter Pitol. 

Outro fator fundamental para a evolução da agricultora é a paixão dos produtores pela terra. A família de Leila Gielow, criadora de frango em Maripá, é um exemplo. O trabalho no campo é uma tradição mantida de geração em geração. \"Eu adoro o cheiro da terra molhada. Da soja nascendo. De criar frango. De tudo! Não quero outro lugar que não seja aqui\", diz. 

 

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